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Entrevista · Memória da SBrT

Prof. Paulo Cardieri

Paulo Cardieri graduou-se em Engenharia Elétrica em 1987 pela Escola de Engenharia Mauá, São Caetano do Sul - SP. Obteve os títulos de mestre e doutor em Engenharia Elétrica pela FEEC – Unicamp e pela Virginia Polytechnic Institute and State University (EUA) em 1994 e 2000, respectivamente. Desde 2002 é docente na FEEC – Unicamp, onde é atualmente professor associado. Atuou em diversos cargos administrativos na FEEC - Unicamp: foi Diretor Associado entre 2019 e 2023, Chefe do Departamento de Comunicações de 2005 a 2006, e Coordenador Associado do Programa de Pós-Graduação de 2009 a 2012. Antes de ingressar na Unicamp como docente, trabalhou no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Telebrás (CPqD), agora Fundação CPqD, de 1988 até 1996, e depois de 2000 até 2002, em projetos de pesquisa na área de comunicações via satélite e comunicações móveis. Trabalhou também, em 1992, no Centro Studi e Laboratori Telecomunicazioni, (CSELT), em Turin, Itália, como pesquisador visitante em um projeto na área de sistemas móveis celulares. Foi vice-presidente de Atividades Técnicas da Sociedade Brasileira de Telecomunicações de 2011 a 2014 e, posteriormente, presidente dessa sociedade de 2014 a 2018. Seus interesses de pesquisa atuais incluem IoT, modelagem de interferência em redes sem fio, modelagem de redes de comunicação e comunicação orientada a tarefas.

INSTITUIÇÃO / CARGO
Prof. da UNICAMP
PUBLICADA
01 JUL 2025

1. Como foi a sua formação profissional? Como foi essa escolha? O que lhe levou para a sua área de pesquisa?

Iniciei minha formação técnica no Colégio Técnico Industrial Estadual Jorge Street, em São Caetano do Sul, cursando Técnico em Eletrônica. Posteriormente, ingressei no curso de Engenharia Elétrica na Escola de Engenharia Mauá, também localizada em São Caetano do Sul. Enquanto trabalhava na Fundação CPqD — então chamada apenas de CPqD —, realizei o mestrado na Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Unicamp, sob a orientação do Prof. Amauri Lopes. Em sequência, fui para os Estados Unidos, onde conclui o doutorado na Virginia Polytechnic Institute and State University (Virginia Tech), sob a orientação do Prof. Theodore Rappaport. Tanto no mestrado quanto no doutorado, minhas pesquisas foram na área de comunicações sem fio.

Acredito que meu interesse pela área de comunicações tenha começado por volta dos 10 anos de idade, quando eu observava o trabalho do técnico em eletrônica que ia à casa dos meus pais para consertar a TV. A ideia de assistir na tela imagens transmitidas de outro lugar me intrigava profundamente. Esse interesse inicial foi reforçado durante o curso técnico e, mais tarde, nas aulas de sistemas de comunicação durante o curso de Engenharia. Quando estava no quarto ano da graduação, fiz um estágio no Centro de Treinamento da antiga Telesp, onde participei da preparação de cursos sobre as redes mantidas pela Telesp, o que reforçou ainda mais meu interesse pela área de comunicações.

Durante o estágio na Telesp, tive a oportunidade de visitar o CPqD, acompanhando um funcionário da Telesp na entrega de um equipamento. Durante a visita, conheci um pouco dos projetos de pesquisa desenvolvidos no centro, o que despertou o desejo de trabalhar ali. Essa experiência me motivou a me candidatar a uma vaga de estágio no centro, onde iniciei minha trajetória profissional na área de comunicações.

2. Poderia nos contar sua trajetória profissional?

Minha vida profissional teve início como professor de colégio técnico, lecionando Geometria Descritiva em São Caetano do Sul, ainda durante o curso de Engenharia Elétrica. Acredito que foi nesse momento que meu interesse pela docência começou a se consolidar, inspirado pelas trajetórias de minha mãe, professora de escola primária, e de minha irmã, que atua até hoje como professora no ensino médio e universitário.

Como já mencionei, durante a graduação, realizei estágios no Centro de Treinamento da Telesp e no CPqD. Após concluir a graduação, fui contratado para trabalhar no CPqD por meio de uma empresa parceira. Lá, integrei equipes de desenvolvimento de equipamentos para comunicação via satélite e, posteriormente, de sistemas de comunicação celular.

Entre 1991 e 1992, participei de um projeto de cooperação entre o CPqD e o Centro Studi e Laboratori Telecomunicazioni (CSELT), em Turim, na Itália. Por conta desse projeto, passei nove meses no CSELT, estudando equalização digital para sistemas celulares digitais de segunda geração. Em 1996, afastei-me do CPqD para realizar o doutorado na Virginia Tech, sob a orientação do Prof. Theodore Rappaport. Ao voltar ao Brasil, em 2000, retornei ao CPqD, onde permaneci até 2002, quando assumi o cargo de professor doutor na Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Unicamp. Na FEEC, além das atividades de ensino e pesquisa, ocupei diversos cargos administrativos, incluindo o de chefe do Departamento de Comunicações e de Diretor Associado da faculdade. 3. Quais suas referências profissionais? Tenho inúmeras referências profissionais, mas destacarei aqui professores que foram marcantes em minha formação acadêmica e se tornaram inspirações para minha trajetória profissional. Começo pelos Profs. Carlos Pereira de Castro, Jorge Janiszewski e Mario Pagliaricci, da Escola de Engenharia Mauá, cujo empenho em transmitir o significado físico por trás das equações matemáticas deixou uma profunda impressão em mim. Destaco também meu orientador de mestrado, Prof. Amauri Lopes, e meu orientador de doutorado, Prof. Theodore Rappaport. Cada um, à sua maneira, me mostrou a importância de compreender profundamente os conceitos fundamentais, um ensinamento que busco aplicar em minha vida profissional.

Em 1996, afastei-me do CPqD para realizar o doutorado na Virginia Tech, sob a orientação do Prof. Theodore Rappaport. Ao voltar ao Brasil, em 2000, retornei ao CPqD, onde permaneci até 2002, quando assumi o cargo de professor doutor na Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Unicamp. Na FEEC, além das atividades de ensino e pesquisa, ocupei diversos cargos administrativos, incluindo o de chefe do Departamento de Comunicações e de Diretor Associado da faculdade. 3. Quais suas referências profissionais? Tenho inúmeras referências profissionais, mas destacarei aqui professores que foram marcantes em minha formação acadêmica e se tornaram inspirações para minha trajetória profissional. Começo pelos Profs. Carlos Pereira de Castro, Jorge Janiszewski e Mario Pagliaricci, da Escola de Engenharia Mauá, cujo empenho em transmitir o significado físico por trás das equações matemáticas deixou uma profunda impressão em mim. Destaco também meu orientador de mestrado, Prof. Amauri Lopes, e meu orientador de doutorado, Prof. Theodore Rappaport. Cada um, à sua maneira, me mostrou a importância de compreender profundamente os conceitos fundamentais, um ensinamento que busco aplicar em minha vida profissional.

Em 1996, afastei-me do CPqD para realizar o doutorado na Virginia Tech, sob a orientação do Prof. Theodore Rappaport. Ao voltar ao Brasil, em 2000, retornei ao CPqD, onde permaneci até 2002, quando assumi o cargo de professor doutor na Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Unicamp. Na FEEC, além das atividades de ensino e pesquisa, ocupei diversos cargos administrativos, incluindo o de chefe do Departamento de Comunicações e de Diretor Associado da faculdade. 3. Quais suas referências profissionais? Tenho inúmeras referências profissionais, mas destacarei aqui professores que foram marcantes em minha formação acadêmica e se tornaram inspirações para minha trajetória profissional. Começo pelos Profs. Carlos Pereira de Castro, Jorge Janiszewski e Mario Pagliaricci, da Escola de Engenharia Mauá, cujo empenho em transmitir o significado físico por trás das equações matemáticas deixou uma profunda impressão em mim. Destaco também meu orientador de mestrado, Prof. Amauri Lopes, e meu orientador de doutorado, Prof. Theodore Rappaport. Cada um, à sua maneira, me mostrou a importância de compreender profundamente os conceitos fundamentais, um ensinamento que busco aplicar em minha vida profissional.

Na FEEC, além das atividades de ensino e pesquisa, ocupei diversos cargos administrativos, incluindo o de chefe do Departamento de Comunicações e de Diretor Associado da faculdade. 3. Quais suas referências profissionais? Tenho inúmeras referências profissionais, mas destacarei aqui professores que foram marcantes em minha formação acadêmica e se tornaram inspirações para minha trajetória profissional. Começo pelos Profs. Carlos Pereira de Castro, Jorge Janiszewski e Mario Pagliaricci, da Escola de Engenharia Mauá, cujo empenho em transmitir o significado físico por trás das equações matemáticas deixou uma profunda impressão em mim. Destaco também meu orientador de mestrado, Prof. Amauri Lopes, e meu orientador de doutorado, Prof. Theodore Rappaport. Cada um, à sua maneira, me mostrou a importância de compreender profundamente os conceitos fundamentais, um ensinamento que busco aplicar em minha vida profissional.

Na FEEC, além das atividades de ensino e pesquisa, ocupei diversos cargos administrativos, incluindo o de chefe do Departamento de Comunicações e de Diretor Associado da faculdade. 3. Quais suas referências profissionais? Tenho inúmeras referências profissionais, mas destacarei aqui professores que foram marcantes em minha formação acadêmica e se tornaram inspirações para minha trajetória profissional. Começo pelos Profs. Carlos Pereira de Castro, Jorge Janiszewski e Mario Pagliaricci, da Escola de Engenharia Mauá, cujo empenho em transmitir o significado físico por trás das equações matemáticas deixou uma profunda impressão em mim. Destaco também meu orientador de mestrado, Prof. Amauri Lopes, e meu orientador de doutorado, Prof. Theodore Rappaport. Cada um, à sua maneira, me mostrou a importância de compreender profundamente os conceitos fundamentais, um ensinamento que busco aplicar em minha vida profissional.

  1. Quais suas referências profissionais? Tenho inúmeras referências profissionais, mas destacarei aqui professores que foram marcantes em minha formação acadêmica e se tornaram inspirações para minha trajetória profissional. Começo pelos Profs. Carlos Pereira de Castro, Jorge Janiszewski e Mario Pagliaricci, da Escola de Engenharia Mauá, cujo empenho em transmitir o significado físico por trás das equações matemáticas deixou uma profunda impressão em mim. Destaco também meu orientador de mestrado, Prof. Amauri Lopes, e meu orientador de doutorado, Prof. Theodore Rappaport. Cada um, à sua maneira, me mostrou a importância de compreender profundamente os conceitos fundamentais, um ensinamento que busco aplicar em minha vida profissional.

3. Quais suas referências profissionais?

Tenho inúmeras referências profissionais, mas destacarei aqui professores que foram marcantes em minha formação acadêmica e se tornaram inspirações para minha trajetória profissional. Começo pelos Profs. Carlos Pereira de Castro, Jorge Janiszewski e Mario Pagliaricci, da Escola de Engenharia Mauá, cujo empenho em transmitir o significado físico por trás das equações matemáticas deixou uma profunda impressão em mim.

Destaco também meu orientador de mestrado, Prof. Amauri Lopes, e meu orientador de doutorado, Prof. Theodore Rappaport. Cada um, à sua maneira, me mostrou a importância de compreender profundamente os conceitos fundamentais, um ensinamento que busco aplicar em minha vida profissional.

4. O que lhe motiva a participar de sociedades científicas, e em especial da SBrT?

Acredito que a participação em sociedades científicas traz benefícios tanto para o desenvolvimento pessoal quanto para o progresso da comunidade de forma geral. No âmbito pessoal, participar de uma sociedade científica, mesmo que seja apenas em eventos organizados por ela, proporciona oportunidades de troca de experiências e possibilita o início de colaborações, que, sem dúvida, contribuem para o crescimento profissional. Além disso, simpósios e congressos, com os organizados pela SBrT, oferecem uma oportunidade única de acompanhar os avanços mais recentes na área, uma vez que os resultados das pesquisas geralmente são apresentados primeiro nesses eventos, antes mesmo de serem publicados em revistas científicas.

No âmbito da comunidade, a participação em sociedades científicas é uma forma concreta de contribuir para o fortalecimento e o avanço de uma área de pesquisa, impactando diretamente o desenvolvimento dessa área no país. No caso SBrT e de outras sociedades científicas nacionais, há um outro aspecto importante: elas mantêm a comunidade científica brasileira ativa e engajada com os desafios específicos do nosso país. Embora muitos de nós também participemos de sociedades científicas internacionais, estas nem sempre abordam os problemas enfrentados no Brasil. Nesse sentido, sociedades científicas nacionais fortes são indispensáveis para consolidar uma comunidade científica produtiva, capaz de gerar conhecimento e inovação voltados às demandas do país.

5. Qual foi a sua primeira participação no Simpósio Brasileiro de Telecomunicações? Nos eventos que participou, houve algum fato que gostaria de nos contar?

Minha primeira participação no simpósio foi na sua sétima edição, realizada em 1989, em Florianópolis. Como era de se esperar, tudo naquele evento era novidade para mim, o que tornou essa experiência inesquecível.

Todos os simpósios dos quais participei foram marcantes de alguma forma, pois sempre proporcionaram oportunidades de conhecer novas pessoas, reencontrar amigos e observar o entusiasmo dos alunos que participam pela primeira vez de um evento científico. Mas, a edição de 2005 foi especialmente significativa para mim, pois foi a minha primeira experiência como membro da organização do simpósio. Esse evento ocorreu em Campinas, SP, sob a coordenação geral do Prof. Reginaldo Palazzo Jr. e da Dra. Cynthia Junqueira, com a coordenação técnica compartilhada entre os Profs. Jaime Portugheis, Nelson Fonseca e eu. Além de desfrutar de um ambiente amistoso, tive a oportunidade de conhecer de perto a complexidade e os inúmeros detalhes envolvidos na organização de um evento científico. Essa experiência positiva foi decisiva para eu continuar a participar das atividades da SBrT.

6. Durante o seu período como Presidente da SBrT, quais foram os principais desafios?

Acredito que o principal desafio que enfrentamos naquela época foi lidar com as dificuldades decorrentes dos cortes de verba destinada à realização dos eventos, tanto por parte das agências de fomento quanto das empresas patrocinadoras. No entanto, os grupos responsáveis pela organização dos simpósios naqueles anos foram sempre muito eficientes e engenhosos na busca de formas alternativas de financiamento.

Enfrentamos também desafios relacionados à adaptação da sociedade à legislação que rege as sociedades científicas e à modernização da nossa revista científica. Mas, aqui também, graças à atuação competente das diretorias envolvidas, fomos bem sucedidos nessas ações.

Outro desafio enfrentado, que na verdade não foi exclusivo da nossa gestão, mas recorrente em diversas gestões, foi o de aumentar o número de sócios. Lembro-me que, durante a gestão da Marta Rettelbush, avanços importantes nessa questão foram conseguidos. No entanto, o baixo número de sócios parece ser um problema crônico na SBrT, exigindo a busca contínua de formas alternativas de aumentar o engajamento dos alunos, professores e pesquisadores da área de comunicações.

7. O senhor tem algum hobby? Poderia nos indicar alguma fonte não técnica que usa para se informar (livro, revista, site, etc)?

Tenho alguns hobbies, embora, infelizmente, estejam um pouco inativos no momento. Um deles é o aeromodelismo, uma paixão antiga que consegui retomar há alguns anos. Minha preferência é pelo aeromodelismo indoor, com modelos de motor a elástico e extremamente leves, com cerca de 2 gramas. Boa parte da motivação dessa classe de aeromodelismo, ao menos para mim, está no processo de construção dos modelos. Esse processo exige cuidados especiais e o uso de materiais adequados para garantir que o modelo seja o mais leve possível. O objetivo principal dessa modalidade, no entanto, é fazer o modelo voar o maior tempo possível com certo comprimento de elástico no motor, que é uma medida da energia disponível para o voo.

Outro hobby que cultivo, também um tanto inativo, é a marcenaria, um interesse que herdei de meu pai, junto com uma coleção de ferramentas e máquinas.

8. Que conselhos o senhor daria a um jovem que está iniciando sua vida profissional em engenharia?

O principal conselho que eu daria a um jovem é nunca esquecer do papel social do seu trabalho como engenheiro. A engenharia possui um enorme potencial transformador, o que traz consigo uma grande responsabilidade para o engenheiro. Nos últimos anos, temos testemunhado um avanço impressionante da tecnologia, especialmente nas áreas de computação e engenharia, cujos reflexos se estendem a inúmeras as áreas do conhecimento e das atividades humanas. No entanto, esse avanço tecnológico, por vezes, nos faz perder de vista o objetivo principal de toda evolução tecnológica, que é melhorar a vida das pessoas. É fundamental que mantenhamos sempre a consciência desse papel da tecnologia.

Outro conselho que eu daria aos jovens é manter-se atualizado com as novas tecnologias, mas sempre buscando os fundamentos (matemática, física, computação) que as sustentam. Um conhecimento profundo desses fundamentos é o que diferencia aqueles que contribuem para a criação das tendências daqueles que apenas as acompanham.

9. Quais áreas científicas ou tecnológicas o senhor apontaria como norteadoras do futuro próximo?

Diversas tecnologias têm o potencial de transformar nossas vidas nas próximas décadas, como inteligência artificial, computação quântica e robótica, entre outras. No entanto, acredito que a área tecnológica mais importante nas próximas décadas será a de geração de energia sustentável. A disponibilidade dessas fontes de energia pode ser o fator decisivo para o sucesso de outros avanços tecnológicos.

Um exemplo da importância de fontes sustentáveis de energia está no uso de ferramentas baseadas em grandes modelos de linguagem, como o ChatGPT e outras. Essas ferramentas são conhecidas por demandar grandes quantidades de energia durante seu treinamento. Por isso, no meu entendimento, a adoção sustentável dessas tecnologias nas atividades humanas só será viável com o uso de fontes de energia renováveis e sustentáveis.

A busca por fontes sustentáveis de energia já era uma prioridade devido à crise climática e ao aquecimento global. Com o avanço tecnológico e o aumento do consumo de energia associado, essa necessidade tornou-se ainda mais urgente.

10. Algo mais que gostaria de nos falar?

Gostaria de exaltar a importância da SBrT como sociedade científica. Como mencionei acima, eu acredito que as sociedades científicas nacionais têm um papel fundamental na manutenção de uma comunidade científica ativa. E a SBrT tem exercido esse papel de forma brilhante. Com mais de 40 anos de existência, a SBrT continua se mantendo ativa e despertando o interesse de alunos, professores e pesquisadores. Isso é evidente tanto pelo número expressivo de participantes em seus eventos quanto pelo surgimento contínuo de lideranças na área de comunicações e processamento de sinais entre os membros da sociedade.

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